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quarta-feira, 18 de março de 2009

Análise: Patapon 2 (2008)


Não é necessário ser um leitor assíduo do blog pra saber que já falei de Patapon em outra ocasião.

Esse review ia ficar para maio, mas para a minha surpresa o jogo saiu na europa em março. Eu já tinha jogado a versão em japonês, então passei a ter a oportunidade de jogar em inglês.

E quanto ao que eu acho de Patapon 2?

Bem...

A Sony não esperava que tivesse um sucesso tão grande em Patapon 1. Provavelmente o jogo foi lançado apenas para criar uma versão alternativa de "LocoRoco" ou algo parecido.

Mas o jogo vendeu bastante e como eles queriam mais dinheiro lançaram Patapon 2.

Provavelmente no medo de perder fãs (ou que pra eles significa: CLIENTES), a Sony fez o Patapon 2 quase como uma expansão do 1.

Hoje é festa! Fênix pro jantar!

Como assim? Deixe-me exemplificar:

Doom, lançado em 1993 pela iD Software fez um puta sucesso. Um sucesso extraordinário mesmo. O jogo vendia mais do que big big quando era 5 centavos.

Passado um ano, Doom ainda vendia bastante, mas não o suficiente para os mercenários da iD. Então o que a desenvolvedora fez?

Lançou Doom 2, claro!

Eu costumo dizer que se a iD continuasse lançando Dooms com o nível de novidade que tinha entre o Doom 1 e o 2, chegaria a 1996 com mais ou menos umas 7 versões de Doom tranquilamente.

Graças a Deus eles foram inteligentes e sabiam que a série ia ser desgastada se lançassem vários Dooms diretamente.

Como eles sabiam? Commander Keen teve 7 jogos em 2 anos. Acho que é mais do que o suficiente. Foram tantos jogos que Commander Keen só foi aparecer para o Nintendo 64 anos depois e depois sumiu totalmente.

O caso é que Doom 2 tinha exatamente as mesmas coisas do Doom 1. Adicione um chefão a mais, uma arma a mais (Super Shotgun) e uns 4-5 monstros a mais.

Além das 30 fases novas, mas que de "novas" mesmo não tinham muita coisa. Os objetivos eram os mesmos e você se sentia jogando não um Doom 2, mas um "fim de história" do Doom 1.

Super shotgun owna!

E por que eu comentei isso? Patapon 2 segue as mesmas coisas.

A história continua, sim, claro. Eles construíram um barco, foram pro mar e foram atacados por uma lula gigante. Se fuderam e acabaram virando náufragos em uma ilha doida lá.

Se você jogou a versão européia do Patapon 1 (o que foi meu caso), você tem o direito de importar os itens conquistados no 1, independente se você zerou ou não. Se você jogou o Patapon 1 EUR, não deixe de importar tais itens. Serão BEM úteis ao continuar o jogo.

Pássaro gordo estúpido.

A coisa que eu fiquei puto da vida mesmo foi logo no início.

Lembra no Patapon 1 que você tinha que acordar o Patapon da música (esqueci o nome dele, sorry) com Pon Pon Pon Pon, logo depois aprender o Pata Pata Pata Pon e levar eles até o fim escapando de um dragão?

Substitua o dragão por uns guerreiros com máscaras que cercaram Meden (princesa estúpida!!) e that's it.

O resto é ABSOLUTAMENTE A MESMA COISA!

Se você não jogou Patapon 1, nem jogue. Você irá se sentir um total estúpido quando perceber que enquanto o jogo passa, você enfrenta exatamente QUASE TUDO do Patapon 1.

Claro, trouxe várias novidades, mas tudo já existente no Patapon 1 já estava aí.

Das novidades contamos com:

-Escolher entre speaker e headset mode. Cada um para uma ocasião.
-3 níveis de dificuldade a escolha. O Easy é muito fácil de início, mas depois se torna um grande problema. Jogando Patapon 1 ou não, recomendo que comece nessa dificuldade caso não queria passar mais horas em Patapon que em Monster Hunter.
-Novos tipos de guerreiros a escolher. Na verdade MUITOS tipos mesmo:
-E como visto acima, uma tela de evolução. Isso facilitou bastante você criar Patapons novos e provavelmente muitos acabaram conhecendo tipos de Patapons que não conseguiram no 1.
-Novos itens, armas, milagres e mini-games.
-Novos climas de fases. Agora além de sol, chuva, sol torrante e tempestade, contamos com neve, nevoeiro e ensolarado frio (neve na terra, mas não está nevando).
-Patapon herói.
-Novas músicas. Algumas bem legais por sinal.

As novidades provavelmente ajudaram a Patapon 2 não ser uma sequência fracassada.

No Speaker mode, os sons são mais altos, mas com qualidade menor. No Headset mode, os sons são mais baixos, mas com qualidade bem superior. É nítido a diferença até.

Isso faz falta no Patapon 1. Ou você jogava com headphone, ou tinha que jogar em algum lugar totalmente silencioso para poder ouvir perfeitamente.

Quanto aos níveis de dificuldade, o jogo explica o porquê. No Easy você vai achar o jogo mais fácil que roubar pirulito de criança no início. Você faz fever com combo x3 (o que no Patapon 1 só acontecia caso você fosse um total viciado sem vida real) e é MUITO difícil de perder o Fever. Por 2 motivos:

-Quando você acerta o ritmo, o último som toca mais forte para identificar que você acertou por completo.
-Quando você erra o ritmo por quase muito, uma caveirinha aparece ao lado do fever para avisar que se você não fizer um ritmo razoável depois, você perde seu fever.

Você falhou no ritmo. Please die

No entanto, enquanto o jogo vai avançando, ficar no fever se torna de algo muito bom a algo indispensável. Até mesmo para fazer os milagres você fica receoso, porque só no tempo que você vai precisar recuperar o fever, você pode perder 1 ou 2 guerreiros.

A tela de evolução também é algo meio exagerado.

São muitas opções para escolher e umas requerem mais recursos que outras mais avançadas. Você cria tal Patapon e ele se torna inútil depois, mesmo em níveis maiores, porque os recursos que ele pede são muito mais difícieis de conquistar do que em Patapons mais fortes.

Ou seja: conta com uma boa diversidade, mas boa parte dela completamente sem sentido de existência.

Os mini-games que contaram com uma EXCELENTE evolução. Agora não é apenas aleatório e você ganha muito mais itens do que no Patapon 1. Todos eles contam com 3 niveis e a única coisa que você precisa para jogar tais níveis é ter ka-ching disponível (tirando o ferreiro e o Shuraba Yapon, que exigem ka-ching e um iron ou apenas itens respectivamente).

Tsun Tunpon e Tsuku Tsukupon. Rockeiros do Patapon :D

No Patapon 1, caçar era chatíssimo, mas necessário. Se você não caçasse, você não teria ka-ching e nem alguns itens comuns para criar patapons.

Em Patapon 2, além de ter os 3 níveis em cada mini-game, o que permite que você tenha quase todos os itens de todos os tipos (tirando os seeds, coisa nova no Patapon 2 por sinal que você precisa caçar para conseguir), você ainda conta com um mini-game que te dá ka-ching. Quando você conquista esse mini-game, que ainda é no início, você praticamente anula a necessidade de caçar.

Os novos climas deixaram Patapon mais bonito visualmente. Jogar na neve é bem legal e no nevoeiro realmente você sente uma solidão, assim como em um nevoeiro comum. A visão é prejudicada e tal.

Já sobre os milagres, os novos não são tão úteis. Já zerei o jogo 2 vezes (uma na versão JAP e outra na versão EUR) e não vi nenhuma utilidade sequer para o milagre da neve. Só faz congelar meus Patapons e não resolve muito com o inimigo. Existe um milagre para deixar os patapons mais fortes, mas dura apenas 40 segundos e até você entrar no fever novamente (o que aproveitaria tal potência), você não ataca sequer 2 vezes até que o milagre termine.

Holy crap! 1152 de Ka-ching!

O Patapon Herói é uma mão na roda. Sem ele o jogo fica praticamente imbatível. Há fases inclusive que sem ele você não passaria da metade.

Ele inclusive pode se tornar qualquer tipo de Patapon, desde que você já tenha criado.

Cada tipo de patapon que você escolha pro seu herói conta com o seu ataque especial.

Morra, inseto!

Mas saindo das novidades e partindo para as mudanças.

A pergunta que muitos que jogaram Patapon 1 e não jogaram o 2 fazem é: o que mudou?

A história tem praticamente a mesma temática. Substitua os zigotons por esses mascarados. Do resto, tornaram apenas mais cômica.

O Patapon herói mesmo é quase um anti-herói. É forte e tudo mais, mas é como se não estivesse nem aí para o salvamento dos Patapons e só luta com você apenas porque você é o deus dele.

Pobre dragão.

Várias fases que você joga dá pra notar uma grande semelhança com fases parecidas em Patapon 1.

Começando da primeira fase, fase de caça onde aprende a atacar, o dragão azul, aprendizado de novos ritmos, onde os arqueiros e os guerreiros aparecem, atravessar o deserto, resgatar Meden e por aí vai.

Para mim o jogo era apenas uma expansão qualquer do 1 do início. Mais pra frente a coisa vai mudando, mas a cada fase que passa você sente mais raiva por ter perdido tempo com Patapon 1.

O motivo disso é que tudo, eu disse TUDO que você viu em Patapon 1, você verá no 2 ou verá algo parecido.

Os gráficos estão iguais. Só dá para perceber de qual Patapon estamos falando quando você vê novidades nas screenshots.

Tá nevando! Que mágico!

A jogabilidade está a MESMA coisa. O esquema de ritmo igual e você conta com 2 ritmos novos, mas que você só vai conquistar lá da metade pro fim do jogo.

Aí vem uma segunda pergunta: preciso jogar o Patapon 1 para jogar o 2?

E eu digo: não.

Se você jogou Patapon 1 ou não, não fará a mínima diferença no final das contas. A história que você tem que saber está praticamente resumida logo no início do 2.

Se você jogou, ótimo. Não vai sentir menor dificuldade logo de início, vai saber os ritmos e só começará a ter problemas lá para o meio do jogo, quando é praticamente obrigatório ter patapons em níveis altos para continuar.

Odeio minhocas

Isso significa que já está muito tarde para abandonar. Eu pelo menos não consigo abandonar um jogo em que eu já esteja na sua metade.

Mas o jogo é auto explicativo. Se o 1 era pra um "público limitado", o 2 é para todos.

Uma coisa que o Patapon 2 trouxe realmente de legal foi um multiplayer.

Isso era cobrado por muitos no 1. Diziam que Patapon era um ótimo jogo, mas faltava um multiplayer. Tenho de concordar com isso.

No 2 esse multiplayer está aí e tem 3 modos de jogo. Não joguei nenhum dos 3, mas sei que existem modos cooperativo e competitivo.

Multiplayer!

O cooperativo se baseia por carregar um ovo, destruir um chefão (ou uma fase carregada de mascarados) e conseguir algum item útil nesse ovo.

O competitivo é mais briga de ritmos. Quem acertar mais ganha.

Não é grande coisa. Eu esperava um cooperativo em que um jogador fosse jogando alguma fase enquanto eu já estava jogando outra com outro exército. Exemplo: um cara vai caçar enquanto o outro tá lá destruindo o dragão azul. Assim ganha ka-ching e ao mesmo tempo vai evoluindo o jogo.

Tornaria o jogo mais rápido e mais legal até, convenhamos.

Infelizmente, como não joguei, não posso falar mais do que minha opinião para um bom multiplayer.

Let's go!

Mas concluindo:

É claro que a série Patapon se tornou um grande "blockbuster". Fez sucesso e isso foi o suficiente para que a Sony fizesse um jogo para "todos".

Nada contra isso, mas eu esperava grandes evoluções no Patapon 2.

O jogo vai lhe fazer passar menos raiva que no Patapon 1, mas você se pergunta se passar por tudo parecido (ou até mesmo igual) ao que passou em Patapon 1 é realmente necessário.

Então minha opinião para Patapon 2 é:

Já jogou Patapon 1 e quer jogar o 2? Jogue se for um fã. Se achou Patapon 1 um jogo qualquer que jogou por 1 hora e tudo mais, nem chegue perto do 2.

Nunca jogou Patapon 1 e quer jogar o 2? Vai fundo. Patapon 2 torna-se um grande jogo quando você nunca jogou a série. Divertido, inovador e diferente.


Dúvida sobre as pontuações e a nota final? Veja o post de explicação das pontuações.

O fim de Patapon 2 já deu idéia que haverá um 3.

Que a Sony não cometa o mesmo que cometeu em Patapon 2, senão a série começará a ficar desgastada.

Morra, seu... seja lá o que seja isso!

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Mais um review concluído.

O próximo jogo que falarei é um do Wii, o Boom Blox.

Parece infantil. E é?

O jogo se tornou famoso por começar a idéia de "realidade virtual" pro Wii, apesar de que não dá pra ver grandes coisas no jogo em si.

Se é bom saiba no próximo capítulo.

Até breve!

o/

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Análise: PlayChapas Football Edition (2008)


Irei começar o post com uma declaração amorosa:

Já falei que amo meu PSP?

Só não falo OMG pela foto ser da época que minha vó era gostosa

Nossa e como eu amo! Eu levo ele para todo lugar, jogo em todo lugar, esgoto a bateria em todo lugar!

Portátil simplesmente foda! Vale cada centavo gasto!

Ele tem jogos como Silent Hill Origins, Patapon, Locoroco, joga jogos de PS1, Unreal Tournament...

Peraí? UT? Esse ele não tem.

NÃO TEM UT? COMO ASSIM????

TE ODEIO PARA TODO O SEMPRE SEU MONTE DE PLÁSTICO INÚTIL!

COMO VOCÊ NÃO TEM UT? VOCÊ TRAIU O MOVIMENTO! VOCÊ É ESTÚPIDO!

COMO ASSIM VOCÊ NÃO TEM UT?? COMO???

POR QUE??? PORRRRRRRRRRR QUEEEEEEEEEEEEE?!?!?!?!?!!11

TOMA ISSO! SEU FILHO DA PUTA!

...

Bom, apesar das pequenas brigas, nós se entendemos muito bem. Acho que sobreviveremos a crise dos 7 anos.

Que fofo! Claro que eu me refiro ao PSP.

Mas... CAHAM!

Como eu ia dizendo, eu amo o PSP justamente por causa de jogos que nunca vimos em lugar nenhum (nem mesmo no DS! RÁ!).

Um deles é o PlayChapas.

Propaganda até nessa porra? Bem, eles tem que tirar a grana de algum lugar, né?

Acho que o box dele pode dizer no que mais ou menos o jogo é baseado.

Caso você não consiga entender (seja por desentendimento ou retardamento) eu digo: futebol de tampinhas.

Mas nada que uma pesquisa no google não resolva para explicar o que é futebol de tampinhas: é um tipo de esporte (sim, esporte) praticado na Espanha que você joga com tampinhas de refrigerante de 291 ml.

As regras são muito parecidas com futebol de botão.

Identificou agora?

Bom, se você é mais novo e não teve jogos de futebol de botão na sua infância, apesar de lamentar, isso não significa que ela está completamente perdida! O PlayChapas tá aí para isso!

Mas se você não tem PSP, sua vida acabou.

Ainda há chance de recuperá-la: vá comprar um agora!

Parece ser um poster promocional do PlayChapas. EU QUELU!

Enfim, como eu disse anteriormente, o PlayChapas é um típico jogo de "como não pensaram isso antes?"

Até mesmo no Game Boy um jogo de futebol de tampinhas (ou botão) saíria algo muito legal!

Mas é claro que você não pode apenas lançar um jogo de futebol de tampinhas e esperar que por essa característica ele se torne um sucesso.

E então... o jogo é bom?

Vejamos:

Cool!

O jogo tem até uma apresentação, coisa que a EA parece ter desistido de por na série FIFA para o PSP. É simples, mas dá para se ter noção do jogo.

Logo após tem uma tela de loading, em que dá dicas. Não demora a você perceber que TODA tela de loading tem dicas.

"se queda cerca de ella"? O_o

Não. Não irei administrar e perderei minha vez!

Jura? Achava que era o peso.

Isso é MUITO útil! Muito mesmo! Principalmente considerando que a temática do jogo é diferente.

Indo ao menu, dá para conferir que temos várias opções pra selecionar. A mais importante, é claro, Modos de Juego.

Sim, Modos de Juego. O jogo é espanhol, tem de estar em espanhol. Pena mesmo foram eles não terem uma opção em inglês, coisa que eu acho que ajudou MUITO para o jogo não fazer fama.

Menu circular? Legal, vai...

Sobre o Modos de Juego, você tem as opções disponíveis:

-Partida Rápida: jogue contra o CPU selecionando um time qualquer. Opção indispensável.
-Modo Competicion: como o próprio nome já diz, são campeonatos, mas ainda contém uns desafios e treinos (que ajudam muito a você ficar razoável no jogo).
-Modo Compartir: permite um PSP que tenha o jogo jogar contra alguém que não tenha. Nunca testei, mas parece que tem todas as funções do jogo original, mesmo para quem não tem o jogo.
-Modo Split: jogam 2 contra no MESMO PSP! Simplesmente FOUDA!
-Modo Versus: o clássico de 2 contra em PSPs diferentes em que os 2 tenham o jogo.

Faltou um modo online, mas só em ter o "Compartir" acho que não quero mais nada.

Então você como um gamer comum, vai em "Partida Rápida" para conhecer o jogo. Tem vários times estranhos disponíveis e dá pra editar o tempo, a cor do campo, powerups (!!!), o formato do estádio e a bola.

POWERUPS! OMG! OMFG! HOLY SHIT!

Você vai lá e joga no padrão e pega o time automaticamente selecionado. Dá pra editar a formação logo após, provavelmente você não está nem aí e vai direto pro jogo.

Daí começa o jogo.

De primeira vista, achei muito legal as tampinhas se juntarem como se fosse realmente um futebol normal.

Comemorar antes do jogo faz bem a saúde.

Assim como um futebol de botão, o jogo é de turnos, o que torna o modo split tão bom quanto o modo versus.

Sempre o time da esquerda começa (que é você) e lá vai.

Logo após você tem grandes problemas, um deles é a câmera.

COMO VOU TER ALGUMA PERSPECTIVA NESSA PORRA????

POR QUE PORRA BOTARAM UMA CÂMERA SEMI-3D?

É simplesmente HORRÍVEL jogar assim. Você não tem a menor noção de perspectiva.

Após uns 5 minutos de jogo você descobre que dá pra mudar a câmera segurando o círculo (bola, bolinha, 'o', bla bla bla) e apertando L ou R.

Ahh! Muito melhor!

Aí sim! Contamos com câmeras MUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUITO melhores que a semi-3d.

Porém, antes dos tais cinco minutos, você descobre que há problemas muito maiores. Como o computador.

Não importa a força do time que você escolhe jogar contra. O computador será MUITO apelão.

Sério mesmo! Eu levei algo em torno de dez partidas para que ganhasse a minha PRIMEIRA partida por 2x1 de virada ainda por cima.

GOOOOOOOOOOOOOOOLLLLLL! BORA BAÊA MINHA PORRAAAAAA!!!

Ele não é dificil! É apelão mesmo! Sabe aquele CPU de jogos antigos que fazia cada coisa completamente impossível para ficar perto do seu nível? É exatamente o que a inteligência artificial do PlayChapas faz! Com a diferença que é apelão ao cubo!

Será que custava melhorar essa inteligência artificial?

Como todo CPU apelão e que faz coisas impossíveis, você logo descobre a manha dele e essa manha vale para qualquer nível.

Ou seja: contamos com uma inteligência artificial completamente porca!

Mas, felizmente, apesar da IA ser completamente rídicula, o jogo conta com vários pontos fortes:

-A jogabilidade, apesar de complicada no início, é EXCELENTE! Você consegue fazer absolutamente tudo com uma tampinha e uma bola.
-Os gráficos são bem intuitivos, apesar de não serem muito bons. Na câmera mais afastada você tem sérios problemas para reconhecer os jogadores de cada time algumas vezes, mas a vasta opção de câmeras ajuda muito nisso.

Campo azul? Bem, tá melhor que o verde.

Porém, apesar de tudo, no entanto, but... existe uma coisa que chega a ser pior que a apelação do computador.

A torcida corneteira!

Acredite se quiser: eu já fiquei morrendo de raiva do computador e ainda tem a torcida corneteira como a porra! É quase como um jogo para jogar sem som.

Baixei o volume para 30% no pause e o jogo ficou agradável de novo (EXCETUANDO O COMPUTADOR APELÃO)!

Apesar de tudo, tem suas vantagens. Se não houvesse uma torcida corneteira, provavelmente seria puro silêncio.

E se o computador não fosse tão apelão, provavelmente você seria um "noob" por muito mais tempo (ganhar do computador mais fraco é uma questão de honra e quando você ganha já está tarde demais para abandonar o jogo).

Após uns 2 dias para ganhar do computador mais fraco, você vai lá e se aventura no modo competicion.

Nossa. Acho que dá pra tirar umas 2 semanas aí. E que vergonha: eu não completei.

Tem umas provas muito legais e você descobre que era muito melhor ter começado de lá (como eu disse acima), pois praticamente ensinam a você jogar e O COMPUTADOR NÃO É TÃO APELÃO! ¬¬

Tem muitas provas nesse modo que seriam muito melhores colocadas em algo como um "tutorial", mas ao menos existem.

Mas deixando A PORRA DO COMPUTADOR APELÃO e A DESGRAÇA DA TORCIDA CORNETEIRA um pouco de lado, vamos a outras características do jogo:

Ele permite que você crie seu time.

CRIADOR DE TIMES! OMG²! OMFG²! HOLY SHIT²!

É!

Eu já sou fã de opções para criar e editar, então tente imaginar minha reação quando eu descobri isso.

Dá para editar nome do time, nome de jogadores, quais tampinhas usar (coisa que você desabilita no modo competicion). De desvantagem acho que apenas você só poder editar o SEU time e não os outros.

Até porque tem cada nome que eles deram aos times que sei não viu...

Mas você pode editar cores, nomes, melhorar as tampinhas (se tiver itens para isso, claro) e por aí vai.

É um tipo de edição que você não vê em NENHUM outro jogo de PSP. Ponto para a diversidade!

Só habilitei ISSO?????

O modo multiplayer é simplesmente fenomenal! Não conta com muitos lags e nem preciso contar o modo compartir e o split que permitem que você jogue com um PSP com o jogo apenas ou 2 PSPs com apenas 1 jogo!

De ruim mesmo é o jogo ser muito mais divertido jogar contra um amigo do que contra o CPU (por ser putaquepariuvelmente apelão), o que limita bastante e se você for um anti-social provavelmente você não jogará muito.

Bom, se você for um anti-social, não gostará de muitos jogos, principalmente Worms!

Mas... ENFIM!

Há jogos que não dá para descrever totalmente com palavras e o PlayChapas é um deles.

Apesar de algumas desvantagens, o jogo merece sua chance.

E muitas horas de raiva para você até aprender o jogo! :D



BAÊA! BAÊA MINHA VIDA! BAÊA MEU ORGULHOOO! BAÊA MEU AMOOOORRRR!

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Aqui termino mais um review. Pelo que percebi esse ficou menor que os outros 2, mas falei basicamente tudo que precisava.

No próximo post não será um review, será uma comparação.

"Vale mais a pena um Nintendo DS ou um ultra-portátil?"

Nintendo DS ou...

...ultraportátil?

Comparação absurda? Será?

Até breve!

o/

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Análise: Patapon (2007)


Eu comento com muitos conhecidos que a criatividade anda bem escassa ultimamente (só ver no meu primeiro post desse blog).

É remake disso, sequencia daquilo, multiplataforma daquilo outro.

Será que as boas idéias acabaram? Entraremos numa idade das trevas dos videogames?

Devo dizer que, pelo menos por enquanto, felizmente NÃO!

Apesar das sequencias anuais de várias séries e remakes em portáteis, jogos BEM criativos são lançados. A maioria deles você pode ver em videogames portáteis.

Antigamente o Game Boy servia apenas para você jogar Mário ou qualquer outro tipo de jogo em qualquer lugar. Daí os desenvolvedores descobriram que enquanto os portáteis ficassem mais potentes, remakes se tornaram uma boa idéia.

Eu tinha um! Só não tinha dinheiro para as baterias

É exatamente isso: espera um remake de algo antigo? Tenha quase certeza que ele sairá em algum portátil do mercado. São os melhores "alvos".

Infelizmente remake não é significado de criatividade. Valia mesmo a pena comprar um portátil para jogar remakes e versões pioradas dos jogos que você ama? Não sei quanto a você, mas para mim, não.

Mas, hooray! Eles pensaram de novo e descobriram que portáteis são os melhores alvos para idéias malucas! Idéias malucas não são nada mais que o namorado polígamo da criatividade.

Com isso tivemos vários lançamentos de jogos putamente criativos.

Como só tenho o PSP da geração portátil, só posso citar jogos dele: Exit 1 e 2, N+, Everyday Shooter, flOw, Locoroco 1 e 2, Echochrome... Patapon!

Se colocasse todos os jogos aqui, ficaria uma imagem gigantesca

PATAPON!

De vista, Patapon parece o que WA era para quem só via screenshots: um jogo infantil e "engraçadinho". Foi lançado em 2007 no japão, logo na terra que todos adoravam jogos "infantis" e "engraçadinhos".

Resultado: sucesso absoluto! Provavelmente por essa característica.

Que linduxu!

Mas Patapon era apenas isso?

NÃO!

Quem nunca jogou e apenas viu imagens, acha logo que Patapon não passa de um game qualquer criado para criancinhas de 5 anos que a função é passar de um lado do cenário para o outro.

Apesar de ser recomendado para crianças acima de 3 anos (menores que isso comem o UMD), Patapon é um jogo mais complexo que isso.

Vamos logo começar que já to enrolando aqui:

A lenda dos guerreiros olhos gigantes

A história é básica e não tem muito de especial: conta a história de seres chamados Patapons que são guiados por algum tipo de Deus e por isso vencem todas as guerras, independente da força do adversário.

Por algum motivo, o tal Deus parou de guiá-los e como resultado eles ficaram mais perdidos que cegos em tiroteio. Não sabendo nem como voltar para "casa".

Sua função no jogo é se tornar o tal Deus e guiá-los.

"Que coisa besta" - você diz.

Após você assinar o contrato de responsabilidade sobre os Patapons (sim, você ainda assina um contrato), você tem que começar seu trabalho.

O início do jogo pede para você apertar "Pon" seguidamente.

Pon Pon Pon Pon Pon Pon Pon...

Pon? WTF?

Pon é nada mais que o círculo, bola, bolinha, 'O' e outras nomenclaturas utilizadas pelos gamers que a Sony achou que seria uma forma criativa de decorar os botões.

Aí você aperta e percebe que começa a tocar uma música. Só que nada acontece. Por algum motivo você tá fazendo isso errado.

"Mas que porra! Não era só apertar?"

Depois de quase cinco minutos com a tela preta e sem sair do lugar, você que é brasileiro e não desiste nunca, resolve diminuir a velocidade das apertadas e percebe que o jogo tá andando, mas não como deveria.

Depois de MUITO, mas MUITO esforço você descobre que tem que apertar os botões num certo intervalo de tempo e se não acertar tal intervalo, you have failed.

Após conseguir "ritmar" os botões, um Patapon começa a falar: "Que som é esse? Eu ouvi algo? Será nosso Deus?"

Ele tá falando comigo?

Nãããoooo. Imagina. Eu estou me matando de apertar os botões por quase 10 minutos apenas porque sou um retardado que gosta de apertar botões.

...

Depois do cíclope demente finalmente reconhecer que você é o Deus dele, ele te dá algo parecido com um tambor. Agora você tem que apertar o "Pata" que indiretamente o jogo mostra que é o quadrado.

"PUTAQUEPARIU! Demorei 10 minutos para conseguir acertar o ritmo dessa bigonha e agora tenho que apertar um botão novo?"

Bom, não é tão dificil dessa vez. Ele ensina a combinação Pata Pata Pata Pon e até fala com aquela voz fina: "Pata Pata Pata Pon!". Você não demora mais que alguns segundos para acertar.

LET'S GO!

Aí você faz 1 vez, 2, 3... o jogo pede pra continuar.

"Meu Deouls. Até quando terei que fazer isso?"

Finalmente o jogo fala que você acertou e você todo feliz para de apertar e fica com aquele sorriso de "consegui!".

Só que o Patapon para de falar e o jogo continua.

"AINDA NÃO ACABOU?"

Não acabou. Lá vamos nós.

Depois de 15 segundos do seu raciocínio genial (e, é claro, da gigantesca mensagem que fala o que você deve fazer), você descobre que é para continuar apertando e que o "Pata Pata Pata Pon" serve pro Patapon se mover um pouco.

After (para não repetir "depois") quase meia hora de "preparação", você finalmente pega a manha. Seu Patapon começa andar quase em velocidade de um jogo normal de plataforma e você vai encontrando outros Patapons perdidos.

Até que então os Patapons pedem para você ser mais rápido e a tela volta um pouco. Daí aparece um dragão te perseguindo.

MEO DEOULS! UM DRAGÃO!

UMA PORRA DE UM DRAGÃO!

Desculpem, mas esse eu tive que tirar do blog do grande Amer.

O desespero toma conta de você e automaticamente ritmos novos são criados, como Pata Pata Pon Pata, Pon Pata Pata Pata, Pata Pata Pon Pon e etc. Pena que esses ritmos não adiantam em porra nenhuma.

Após você se acalmar, algo que demora em torno de 2 minutos, você volta a acertar o ritmo e percebe que A PORRA DO DRAGÃO é lento demais e você precisa ser muito imbecil para morrer para ele (até porque ele não tira absolutamente nada de sua vida). E o melhor: não precisa matá-lo. Apenas fugir.

Já no fim do caminho você encontra uns Patapons vermelhos.

Precisamos matar a porra do dragão! Me ajudem, porra!

"Ótimo! Agora dá para matar a porra do dragão!"

Mas aí você descobre que eles são seus INIMIGOS! E que se chamam Zigotons!

Ótimo. Já não basta uma porra de um dragão vindo por trás (lá ele!) e ainda mais estúpidos atrapalhando o caminho.

De alguma forma, por alguma força desconhecida (ou da porra de um dragão), os zigotons tentam te atacar, mas recuam logo e finalmente você vê algo parecido com o que marcava o checkpoint em Sonic.

"É o fim? Diga que é! Por favor!"

Sim! É o fim! Os patapons comemoram e aparecem fogos no céu.

É ano novo e não to sabendo?

E que coisa sem sentido... mas... FODA-SE! Você conseguiu! You won! Corra para a galera!

Ao vencer você chega na tribo dos outros patapons, que tem um dos cíclopes dementes que fala tudo o que você tem que fazer. Você consegue diferenciá-lo pelo rídiculo vestimento.

Você descobre que esse cíclope demente é fêmea e que o nome dela é Meden. Pelo que parece é uma princesa.

E ela fala que "Nós agradecemos pelo o que você fez, mas VÁ CAÇAR! SENÃO NÓS MORREREMOS DE FOME!".

Tudo bem que ela botou um "please", mas porque EU que tenho que caçar??

Só me faltava essa. Uma princesa mandando em um DEUS para ele caçar!

Mas ou você obedece a princesa megalomaníaca ou o jogo não continua e lá vai você caçar.

Quando a fase de caça começa, ele ensina outro ritmo, que é o Pon Pon Pata Pon. Esse serve para atacar. Não é mais tão dificil aprender ritmos, então o jogo de chato e desesperador, torna-se divertido.

Hora de atacar! Destruam o muro especial construído para aprender o ritmo!

Depois de caçar e alimentar a puta da Meden, você é MANDADO por ela a atacar os zigotons, que tomaram o território dos patapons.

Sim, não tente discutir. Apenas vá.

Aí começa a ação de verdade! Assim como na fase de caça, você tem que ficar variando os ritmos entre andar e atacar. Depois de quebrar o primeiro muro, aparece um novo patapon.

Você ataca ele como se fosse um zigoton, mesmo ele sendo branco. Não demora a descobrir que ele é seu amigo e que vai ajudar na jornada! E como ajuda.

Daí em diante você tem disponível a criação de Tatepons que são Patapons que atacam com armas diretas (espadas, machados, essas coisas).

Chovendo no deserto? Falo mais abaixo!

Apesar de que eu poderia contar o jogo todo nesse ritmo, isso é uma análise e não um detonado. Contei o ínicio apenas para que você tivesse uma noção do jogo.

Patapon conta com mais ritmos além de Pata Pata Pata Pon e Pon Pon Pata Pon. Você tem a opção de se defender, recuar e etc.

O jogo também é bem variado na questão de itens e você logo descobre que Patapons não precisam ser necessariamente brancos. Os coloridos são mais fortes, mas também são mais caros. Além dos próprios guerreiros: você tem os de lança, flecha, ogros, cavaleiros e por aí vai.

E olha que eu não habilitei tudo nesse save.

Eu comentei no início dessa análise que jogos criativos estão em falta e que Patapon era um deles. Muita gente ainda classifica Patapon como um jogo de criança, o que na minha opinião é totalmente errôneo.

Patapon não pode ser jogado por uma criança de 3 anos, nem 5, nem 7... provavelmente só 8 para cima e olhe lá. Crianças dessas idades citadas precisam de coordenação e não será o Patapon que ensinará isso para elas. Provavelmente ficarão apertando botões feito malucas e indo a lugar nenhum.

Sem contar que no Patapon mostra uma leve violência. Sem sangue, nem perto de ser exagerada, mas mostra. Não sou um bitolado que acha que esse tipo de violência fará a criança matar seus pais, mas esse jogo não é tão infantil como parece.

É criativo pelo seguinte fato: não é um jogo de plataforma simples. É um jogo de plataforma misturado com musical!

Eu NUNCA gostei de jogos musicais. Nunca me atraíram para nada. Eu curto muito música, mas para mim música "jogada" não serve.

Aquilo é uma lesma gigante?

Sim, sou um herege que não suporta Guitar Hero, DJ Max, Dance Dance Revolution, Beats, entre outros...

Porém, mesmo assim eu arrisquei a jogar o Patapon e me apaixonei pelo jogo. A criatividade gráfica artística e na jogabilidade é simplesmente fenomenal!

O jogo ainda faz uma boa junção em jogabilidade e dificuldade. Apesar de parecer fácil, não é! Você demora para conseguir o Fever (entenda o Fever como se fosse um "turbo" dos patapons) e as fases não são tão fáceis. Você tem que montar um bom exército em várias ocasiões.

Há uma coisa legal no jogo: milagres. Sabe milagre da chuva, do vento, essas coisas? O Patapon tem isso. Além de aumentar a diversidade, torna o jogo mais complexo e você pode usar isso contra seus inimigos!

É ou não é, algo novo? Achava que ia ficar pulando e esmagando inimigos com olhos gigantes?

Esta imagem não tem nada a ver com o que disse há pouco. É meramente ilustrativa.

Até mesmo a história que parece básica é melhorada ao avançar do jogo. O final é simplesmente emocionante.

Dá até vontade de zerar de novo!

Mas irei me controlar antes que gaste mais 15 horas de minha vida e abandone o blog por uns 2 dias :B

E um jogo musical precisa ter uma boa trilha sonora e Patapon não deixa para menos.

Quando os Patapons precisam de sua ajuda toca uma música do estilo daquelas ancestrais e as músicas em si são muito legais! Tudo bem que uma ou outra até atrapalham, mas não são repetitivas e nem chatas. Chegar no Fever é quase como atingir o ponto g.

Ponto G?

Tá, exagerei. É quase como... como... jogar Patapon!

HÁ!

Não tem melhor comparação.

MEO DEOULS! A PORRA DO DRAGÃO DE NOVO!

Concluindo:

Tem um PSP e nunca jogou Patapon, seja por puro desconhecimento ou seja por achar infantil? Não se recuse a jogar. Ao menos TENTE!

Patapon não serve apenas para você jogar com olhos engraçadinhos. É simplesmente um jogo estilo old gamer no meio de milhares de lançamentos que não apostam mais do que em gráficos.

Talvez essa seja a maior vantagem dele: ser um jogo novo e ao mesmo tempo ser comparado a genialidade de vários antigos.



Pata Pata Pata Pon
Pata Pata Pata Pon
Pata Pata Pata Pon
Pata Pata Pata Pon
Pon Pon Pata Pon
Pon Pon Pata Pon
Pon Pon Pata Pon
Pon Pon Pata Pon
Chaka Chaka Pata Pon
Pon Pon Pata Pon
FEEEEEEEEEEEEEEEVEEEEEEEEEEEEEEEERR!!
Don DonDon DonDon!

Se fosse maior dava pra usar de papel de parede.

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E aqui termino a análise desse novo clássico!

Espero que tenha gostado e se não gosta de Patapon, Pon Pon Pata Pon para você!

Brincadeira! hehe

O próximo jogo que irei analisar será mais um de PSP, o PlayChapas.

Hum? Tampinhas?

Tenho traumas desse jogo. Principalmente porque a análise que tentei em vídeo foi dele.

Mas essa sai!

Até breve.

o/